A Rede Previna-se realizou um treinamento para os Agentes Comunitários de Saúde (ACSs) da Unidade Básica de Saúde (UBS) Quilombola São Miguel, em Maracajú, no Mato Grosso do Sul. A capacitação aconteceu no dia 19 de dezembro.

No treinamento, a psicóloga Karolina Lukachaki e a bolsista Maria Vitória Felipe de Souza, integrantes da equipe da Rede em Maringá, compartilharam, de modo on-line, informações sobre a Rede e seus projetos, além de orientações sobre câncer do colo do útero e o HPV (Papillomavirus humano).

As ministrantes da capacitação também apresentaram estratégias de abordagem que devem ser utilizadas pelos ACS, durante as visitas domiciliares, para convidarem mulheres elegíveis a participarem do estudo.

A organização do treinamento foi realizada pela equipe da Rede Previna-se de Dourados, composta pelo professor e coordenador Fábio Negrão e pelos bolsistas Jair Rosa dos Santos e Roberto Mikio Kassuya.

A atividade faz parte do projeto “Autocoleta para teste de HPV como estratégia de promoção da equidade e de diminuição da morbimortalidade por câncer do colo do útero em mulheres negras das diferentes macrorregiões brasileiras”.

O professor Fábio Negrão conta que o treinamento é importante, já que “a atenção básica é a porta de entrada para o SUS e a medida mais efetiva para ‘cuidar das pessoas’. O objetivo do previna-se é dar acesso ao diagnóstico ‘superprecoce’ e ao conhecimento modificador do comportamento baseado em crenças erradas. Nesse cenário, o Agente Comunitário e os demais profissionais de saúde são os responsáveis pelo sucesso de qualquer ação ou política de saúde, e são ricos em conhecimentos, a abordagem realizada no projeto possibilita a troca de conhecimento entre a universidade e os profissionais de saúde”.

Além disso, Negrão acrescenta que “os encontros possibilitam a escuta cuidadosa na roda de conversa, antes, durante e após o evento, o que mostrou a potência da parceria universidade e SUS, para alcançar a meta de eliminar até 2030 o câncer de colo do útero como problema de saúde pública, com a vacinação de 90% das meninas até os 15 anos; rastreamento de 70% das mulheres com testes de alto desempenho aos 35 e 45 anos; e tratar 90% das mulheres com lesões pré-cancerosas ou câncer invasivo. E a potência dessa parceria está no avanço no diagnóstico cada dia mais precoce e no seu acesso às mulheres mais vulneráveis e excluídas”.

A Rede Previna-se realizou um treinamento para os Agentes Comunitários de Saúde (ACSs) da Unidade Básica de Saúde (UBS) José Paulino, em Novo Airão, no Amazonas. As atividades aconteceram entre os dias 21 e 22 de agosto.

Na capacitação, os ACSs iniciaram apresentando um panorama geral em relação à organização da comunidade e das rotinas assistenciais. Em seguida, a equipe da Rede falou sobre o Papillomavirus humano (HPV) e desenvolveu uma atividade dinâmica, favorecendo a integração entre os profissionais envolvidos.

No segundo dia, foram conduzidas visitas domiciliares e comunitárias, com a oferta do dispositivo de autocoleta para a realização do teste de HPV. Nesta primeira visita, foram incluídas 27 mulheres que realizaram a autocoleta. 

A responsável pelas atividades da Rede Previna-se em Manaus, Valquíria do Carmo Alves Martins, conta que “a capacitação realizada com os ACSs constituiu uma experiência relevante, evidenciada pelo elevado nível de interesse dos profissionais no conteúdo apresentado e pela postura colaborativa e proativa durante as atividades.”

A capacitação foi realizada pelas pesquisadoras da Rede Previna-se de Maringá, Maria Vitória Felipe de Souza e Karolina Reis dos Santos Lukachaki.

Equipe da Rede Previna-se e ACSs no treinamento

Novo Airão foi a última parada da Rede nesta etapa de treinamento dos ACSs, que já passou por Maringá – Paraná, Itaporã – Mato Grosso do Sul, Parnamirim – Rio Grande do Norte e Recife – Pernambuco. 

Os treinamentos fazem parte da etapa inicial do novo projeto da Rede Previna-se, intitulado “Autocoleta para teste de HPV como estratégia de promoção da equidade e de diminuição da morbimortalidade por câncer do colo do útero em mulheres negras das diferentes macrorregiões brasileiras”.

A Rede Previna-se realizou um treinamento para os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) da Unidade Básica de Saúde (UBS) Professor Mário Ramos, em Recife. As atividades aconteceram nos dias 7 e 8 de agosto.

As pesquisadoras da equipe de Maringá, Maria Vitória Felipe de Souza e Karolina Lukachaki guiaram o treinamento, que seguiu o mesmo protocolo de todas as capacitações da Rede. 

Karolina Lukachaki ministrando o treinamento

O primeiro dia ocorreu no Posto de Saúde Francisco Pignatári, já que a UBS Professor Mário Ramos está em reforma. Foi voltado à divulgação de informações sobre o projeto, o câncer do colo do útero, o vírus HPV (Papillomavirus humano) e orientações de como abordar as mulheres negras elegíveis a participarem do estudo. Já, o segundo, foi dedicado a acompanhar os ACSs em visitas domiciliares.

A pesquisadora e psicóloga da Rede, Karolina Lukachaki, conta que a capacitação “foi muito produtiva, com a participação de toda equipe do posto de saúde, além dos quatro ACSs que farão parte da pesquisa. Todos os presentes contribuíram com as discussões, o que possibilitou que o treinamento fosse uma experiência muito rica”.

Pesquisadoras da Rede Previna-se de Maringá com os ACSs

O treinamento faz parte das etapas iniciais do novo projeto da Rede Previna-se, intitulado “Autocoleta para teste de HPV como estratégia de promoção da equidade e de diminuição da morbimortalidade por câncer do colo do útero em mulheres negras das diferentes macrorregiões brasileiras”.

Ainda no mês de agosto, a Rede Previna-se promove mais um treinamento, desta vez em Novo Airão, região metropolitana de Manaus (AM), encerrando a fase de capacitação dos ACSs.

A Rede Previna-se promoveu um treinamento para os Agentes Comunitários de Saúde (ACS), na Unidade Básica de Saúde (UBS) Monte Castelo II Jockey Club Dr Andre Nunes de Aquino, em Parnamirim, no Rio Grande do Norte. As atividades aconteceram nos dias 4 e 5 de agosto.

O treinamento faz parte do início do novo projeto da Rede Previna-se, intitulado “Autocoleta para teste de HPV como estratégia de promoção da equidade e de diminuição da morbimortalidade por câncer do colo do útero em mulheres negras das diferentes macrorregiões brasileiras”.

As pesquisadoras da Rede de Maringá, Maria Vitória Felipe de Souza e Karolina Lukachaki guiaram o treinamento com a ajuda da equipe de Natal. 

O primeiro dia ocorreu no Centro Especializado em Reabilitação de Parnamirim e foi voltado para a divulgação de informações sobre o projeto, o câncer do colo do útero, o vírus HPV (Papillomavirus humano) e orientações em como abordar as mulheres negras elegíveis a participarem do estudo. Já o segundo foi dedicado a acompanhar os ACSs em visitas domiciliares, um dos lugares percorridos foi o Quilombo Moita Verde.

Equipe da Rede acompanhando os ACSs em visitas domiciliares

A pesquisadora Janaina Cristiana de Oliveira Crispim Freitas, que está à frente das atividades da Rede em Natal, comentou sobre a importância do envolvimento dos ACSs no projeto. “Eles têm um papel fundamental na prevenção do câncer do colo do útero, seja na prevenção primária, através do planejamento e supervisão dos programas de rastreio, ou na prevenção secundária, com a realização do exame de autocoleta, o que contribui para o diagnóstico precoce por identificar 14 subtipos de HPV de alto risco oncogênico”, diz Janaina. 

Por isso, segundo a pesquisadora, o grupo trabalha para facilitar o acesso das mulheres que vivem em quilombo às informações, ao exame de autocoleta, bem como o conhecimento de seus benefícios e o enfrentamento dos resultados, não permitindo que o medo e a ansiedade inviabilize o cuidado com o próprio corpo são ações fundamentais. “A prevenção é a melhor arma para a redução da morbimortalidade por câncer do colo uterino”, afirma Freitas.

ACSs e equipe da Rede Previna-se no treinamento

No mês de agosto, a Rede segue promovendo os treinamentos para os ACSs de Recife (PE) e Manaus (AM), centros que também estão envolvidos no projeto.

A Rede Previna-se promoveu um treinamento para Agentes Comunitários de Saúde (ACS) das Unidades Básicas de Saúde (UBSs) COHAB e Montese, e para as equipes da Estratégia Saúde da Família (ESF) Santa Maria e Arlei Teixeira do Nascimento Pioneira, em Itaporã, no Mato Grosso do Sul. As atividades ocorreram nos dias 24 e 25 de julho.

O treinamento faz parte das etapas iniciais do novo projeto da Rede Previna-se, intitulado “Autocoleta para teste de HPV como estratégia de promoção da equidade e de diminuição da morbimortalidade por câncer do colo do útero em mulheres negras das diferentes macrorregiões brasileiras”.

Treinamento das ACSs em Itaporã

O primeiro dia ocorreu no Sindicato Municipal dos Trabalhadores em Educação de Itaporã e foi voltado para a divulgação de informações sobre a Rede, o câncer do colo do útero, o vírus HPV (Papillomavirus humano) e orientações em como abordar as mulheres negras elegíveis a participarem do estudo. Já o segundo foi dedicado a acompanhar as ACSs em visitas domiciliares.

A bolsista de Desenvolvimento Tecnológico e Industrial do projeto, Maria Vitória Felipe de Souza, foi uma das pesquisadoras que acompanhou as atividades em Itaporã. Ela contou que “a realização do treinamento de capacitação para as ACSs representa um passo fundamental para o sucesso do projeto. Muito além de um momento de ensino técnico, essa capacitação promove um espaço de escuta, troca e valorização do papel central que essas profissionais exercem nas comunidades onde atuam. Com isso, as ACSs não apenas se qualificam tecnicamente, mas também compreendem com profundidade o impacto que têm na vida das mulheres atendidas”.

O treinamento também é importante para a equipe da Rede Previna-se. “Mais do que repassar conhecimento, esse momento formativo foi construído como uma via de mão dupla. Ao conhecer a realidade local, ouvimos as vivências, dificuldades e potencialidades do território, o que permitiu ajustar estratégias e fortalecer vínculos. As ACSs foram convidadas a se enxergarem como protagonistas desse processo, não apenas como executoras, mas como peças-chave na mobilização, orientação e acompanhamento das pacientes. Ao se sentirem parte integrante do projeto, as agentes tornam-se multiplicadoras do cuidado, fortalecendo o elo entre os serviços de saúde e a comunidade”, acrescenta Maria Vitória Felipe de Souza. 

ACSs e equipe da Rede Previna-se

Em agosto, estão previstos os treinamentos das ACSs de Natal (RN), Recife (PE) e Manaus (AM), centros que também estão envolvidos no projeto.

A Rede Previna-se promoveu um treinamento para Agentes Comunitários de Saúde (ACS) das Unidades Básicas de Saúde (UBSs) Alvorada III e Cidade Alta, em Maringá. As atividades ocorreram nos dias 17 e 18 de julho. 

O treinamento faz parte do início do novo projeto da Rede Previna-se, intitulado “Autocoleta para teste de HPV como estratégia de promoção da equidade e de diminuição da morbimortalidade por câncer do colo do útero em mulheres negras das diferentes macrorregiões brasileiras”.

No primeiro dia, a equipe da Rede e as ACSs das duas UBSs se reuniram no bloco do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde (PCS), da Universidade Estadual de Maringá (UEM). Já o segundo ocorreu na UBS Alvorada III, na parte da manhã, e na UBS Cidade Alta, durante a tarde. 

Nesses dois encontros, a equipe do projeto apresentou informações sobre a Rede, o câncer do colo do útero, o vírus HPV (Papillomavirus humano), os exames preventivos, além de orientações em como abordar as mulheres negras elegíveis a participarem do estudo. No segundo dia, a equipe da Rede também acompanhou as ACSs em visitas domiciliares. 

A professora e coordenadora da Rede Previna-se, Marcia Edilaine Lopes Consolaro, explica que “o treinamento dos ACSs é essencial para o sucesso deste projeto, pois eles são o elo entre o Sistema Único de Saúde, o SUS, e as comunidades em situação de vulnerabilidade. Ao capacitá-las sobre a autocoleta e o teste de HPV, fortalecemos a educação em saúde e ampliamos o acesso às mulheres negras urbanas e quilombolas ao rastreamento do câncer do colo do útero, contribuindo para a redução das desigualdades e da mortalidade por essa doença.”

Nos próximos meses, as ACSs dos outros centros de cada macrorregião envolvida no projeto – Dourados (MS), Manaus (AM), Natal (RN) e Recife (PE) – também receberão o treinamento.