A Rede Previna-se realizou um treinamento para os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) da Unidade Básica de Saúde (UBS) Professor Mário Ramos, em Recife. As atividades aconteceram nos dias 7 e 8 de agosto.
As pesquisadoras da equipe de Maringá, Maria Vitória Felipe de Souza e Karolina Lukachaki guiaram o treinamento, que seguiu o mesmo protocolo de todas as capacitações da Rede.

O primeiro dia ocorreu no Posto de Saúde Francisco Pignatári, já que a UBS Professor Mário Ramos está em reforma. Foi voltado à divulgação de informações sobre o projeto, o câncer do colo do útero, o vírus HPV (Papillomavirus humano) e orientações de como abordar as mulheres negras elegíveis a participarem do estudo. Já, o segundo, foi dedicado a acompanhar os ACSs em visitas domiciliares.
A pesquisadora e psicóloga da Rede, Karolina Lukachaki, conta que a capacitação “foi muito produtiva, com a participação de toda equipe do posto de saúde, além dos quatro ACSs que farão parte da pesquisa. Todos os presentes contribuíram com as discussões, o que possibilitou que o treinamento fosse uma experiência muito rica”.

O treinamento faz parte das etapas iniciais do novo projeto da Rede Previna-se, intitulado “Autocoleta para teste de HPV como estratégia de promoção da equidade e de diminuição da morbimortalidade por câncer do colo do útero em mulheres negras das diferentes macrorregiões brasileiras”.
Ainda no mês de agosto, a Rede Previna-se promove mais um treinamento, desta vez em Novo Airão, região metropolitana de Manaus (AM), encerrando a fase de capacitação dos ACSs.
A Rede Previna-se promoveu um treinamento para os Agentes Comunitários de Saúde (ACS), na Unidade Básica de Saúde (UBS) Monte Castelo II Jockey Club Dr Andre Nunes de Aquino, em Parnamirim, no Rio Grande do Norte. As atividades aconteceram nos dias 4 e 5 de agosto.
O treinamento faz parte do início do novo projeto da Rede Previna-se, intitulado “Autocoleta para teste de HPV como estratégia de promoção da equidade e de diminuição da morbimortalidade por câncer do colo do útero em mulheres negras das diferentes macrorregiões brasileiras”.
As pesquisadoras da Rede de Maringá, Maria Vitória Felipe de Souza e Karolina Lukachaki guiaram o treinamento com a ajuda da equipe de Natal.
O primeiro dia ocorreu no Centro Especializado em Reabilitação de Parnamirim e foi voltado para a divulgação de informações sobre o projeto, o câncer do colo do útero, o vírus HPV (Papillomavirus humano) e orientações em como abordar as mulheres negras elegíveis a participarem do estudo. Já o segundo foi dedicado a acompanhar os ACSs em visitas domiciliares, um dos lugares percorridos foi o Quilombo Moita Verde.

A pesquisadora Janaina Cristiana de Oliveira Crispim Freitas, que está à frente das atividades da Rede em Natal, comentou sobre a importância do envolvimento dos ACSs no projeto. “Eles têm um papel fundamental na prevenção do câncer do colo do útero, seja na prevenção primária, através do planejamento e supervisão dos programas de rastreio, ou na prevenção secundária, com a realização do exame de autocoleta, o que contribui para o diagnóstico precoce por identificar 14 subtipos de HPV de alto risco oncogênico”, diz Janaina.
Por isso, segundo a pesquisadora, o grupo trabalha para facilitar o acesso das mulheres que vivem em quilombo às informações, ao exame de autocoleta, bem como o conhecimento de seus benefícios e o enfrentamento dos resultados, não permitindo que o medo e a ansiedade inviabilize o cuidado com o próprio corpo são ações fundamentais. “A prevenção é a melhor arma para a redução da morbimortalidade por câncer do colo uterino”, afirma Freitas.

No mês de agosto, a Rede segue promovendo os treinamentos para os ACSs de Recife (PE) e Manaus (AM), centros que também estão envolvidos no projeto.